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Mapa do crime no Rio viraliza na Internet

Carta de internauta mostra zonas de maior incidência de crimes na cidade e na Baixada Fluminense.

Créditos da imagem: Twitter (reprodução)

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Um mapa do crime no Rio de Janeiro criado por um internauta e divulgado no Twitter se tornou um fenômeno de curtidas e compartilhamentos esta semana. O mapa divide a cidade do Rio de Janeiro e parte da Baixada Fluminense pelos crimes mais praticados em cada região, como a Zona Oeste, a Zona Norte e Zona Sul. Até o fecho desta matéria, a postagem já tinha quase 24 mil curtidas, sobretudo após ter sido descoberta pela reportagem de um site de notícias carioca.

Na Zona Oeste, áreas como Campo Grande, Paciência e Bangu seriam dominadas pela “narcomilícia”, enquanto os bairros da Taquara, Freguesia e Jacarepaguá estão sob domínio da “milícia raiz”. Já Madureira e Irajá seriam território do assalto, e Barra da Tijuca e Recreio, zona de sonegação fiscal.

Segundo o perfil @caiomenah, tudo teria começado porque seu cunhado estava procurando hospedagem na cidade e ele fez um mapa simples com, segundo ele, “as áreas habitáveis do Rio”. Outro perfil (@moreno_persa) teria então aprimorado o trabalho usando o Google Maps para criar um mapa mais detalhado.

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O mapa detalha crimes mais praticados em outras áreas, como a interceptação, prevalecendo na Baixada Fluminense (Duque de Caxias e S. João de Meriti), e o firto, no Centro da Cidade. Os bairros do Méier e da Tijuca seriam áreas onde se pratica predominantemmente o tráfico de drogas.

Na famosa Zona Sul carioca (área em amarelo e que vai do Flamengo a São Conrado) e no Jardim Oceânico (início da Barra da Tijuca), o crime mais comum seria o da injúria racial.

O trabalho feito de maneira isolada por um internauta já é alvo de um famoso aplicativo usado no Rio, o Onde Tem Tiroteio, criado em 2016 e que pode ser baixado para Android e iOS. O app mapeia em tempo real as zonas de risco na cidade e já tem cerca de 4,7 milhões de usuários.

Fontes: Twitter e Diário do Rio

GCNEWS Publicação editorial da Geocracia — ISSN 3086-0415.

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