Portugal e Angola reforçam programas de ciberdefesa até 2026

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Ciberdefesa é preocupação entre Portugal e Angola. Imagem: Flickr – Christiaan Colen

Os ministros da Defesa de Portugal e Angola assinaram na semana passada um programa estrutural que renova o anterior e se estende até 2026, aprofunda a cooperação nas áreas de ciberdefesa, cartografia, hidrografia e segurança marítima. As ameaças decorrentes de catástrofes naturais e alterações climáticas também estão previstas no acordo.

O acordo segue as diretrizes do anterior, celebrado em 2018 com foco no Oceano e na segurança marítima, sobretudo na região ocidental da África e, particularmente, no Golfo da Guiné. A região tem sofrido com casos de pirataria, o que vem gerando preocupações entre as autoridades internacionais.

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Recém-chegado de uma visita a Angola, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) portuguesas, António Silva Ribeiro, realçou a cooperação “bastante antiga e frutuosa” entre os dois países e que deve ser ajustada às necessidades do momento.

“Se, no passado, tivemos essa formação estruturante no nível dos quadros das Forças Armadas, penso que, agora, (…) existe um conjunto de condições para alargar essa cooperação e aprofundarmos a domínios técnicos como saúde, ciberdefesa, planeamento estratégico e outras áreas, nas quais as forças dos dois países podem colaborar e reforçar-se reciprocamente”, disse Ribeiro.

Após a assinatura do programa, a ministra da Defesa de Portugal, Helena Carreiras, revelou outro acordo, este entre os institutos de defesa nacional dos dois países, no domínio da investigação, formação e disseminação.

Fonte: Expresso

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