Tocantins estrutura centro de inteligência geográfica para apoiar gestão ambiental

O Governo do Tocantins estruturou o Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (CIGMA), vinculado à Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), com a proposta de integrar dados ambientais e administrativos em uma única plataforma digital. A iniciativa reúne informações geoespaciais, painéis interativos e relatórios técnicos para subsidiar a formulação e a execução de políticas públicas no estado.

Receba todas as informações da Geocracia pelo WhatsApp

De acordo com o material institucional, o CIGMA corresponde a uma estrutura tecnológica voltada à produção e ao cruzamento de dados, oferecendo suporte a ações governamentais e à tomada de decisões. A equipe é composta por 14 técnicos divididos em duas subáreas — Geoprocessamento e Desenvolvimento — com atuação multidisciplinar na análise territorial.

Quero meu exemplar de Direito Administrativo Geográfico

Quero meu exemplar de Direito Ambiental Geográfico

Entre as funcionalidades disponibilizadas estão o monitoramento atualizado de dados geoespaciais, relatórios dinâmicos, mapas interativos com múltiplas camadas de informação e suporte técnico especializado. A plataforma consolida diferentes bases de dados em um ambiente único, permitindo análises temporais e identificação de padrões relacionados a temas ambientais estratégicos.

O centro opera atualmente com nove módulos principais e dois secundários, contemplando áreas como fogo, desmatamento, recursos hídricos, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e legislação florestal. Também mantém articulação com grupos de trabalho institucionais, como o Comitê do Fogo e o Grupo de Trabalho do REDD+ Jurisdicional do Tocantins, além de parcerias com órgãos estaduais e federais.

Segundo os dados divulgados, o CIGMA já realizou mais de 500 atendimentos técnicos e produziu 160 edições de boletins temáticos, incluindo publicações semanais e mensais sobre clima, fogo e desmatamento. Os boletins são apresentados como instrumentos de apoio à transparência e ao acompanhamento das políticas ambientais no estado.

Acesse clicando aqui.

ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

Veja também

Agro e Ambiental

Seguradoras adotam sensoriamento remoto para monitorar áreas agrícolas

O sensoriamento remoto via satélite está ajudando a minimizar riscos de perdas nas culturas agrícolas. Seguradoras agrícolas estão utilizando informações mapeadas por satélites para subsidiar o trabalho de acompanhamento detalhado das áreas seguradas. Segundo engenheiros agrônomos, a própria pandemia, que restringiu o trabalho de campo, tornou fundamental a cobertura com