Lançado livro sobre Informação Geoespacial na Administração Pública em Portugal

Informação Geoespacial na Administração Pública: fundamentos, desafios e oportunidades de aplicação é o novo livro lançado pela INA Editora, pertencente ao Instituto Nacional de Administração de Portugal, onde é abordada a evolução do uso da informação geoespacial na administração pública, com a coordenação de Alexandra Aragão e Ana Celeste Carvalho.

A obra descreve o enquadramento jurídico da observação da Terra a partir do espaço, mostra as vantagens da utilização, pela administração, de informação georreferenciada obtida a partir de meios tecnológicos sofisticados, como os satélites. Além disso apresenta exemplos atuais de aplicação.

Due Diligence

Especialistas e peritos explicam como uma melhor compreensão do uso de imagens, informações e dados espaciais pode contribuir para que os cidadãos tenham confiança na forma como esses recursos são usados na boa gestão dos assuntos públicos, beneficiando os cidadãos e as empresas privadas. Dentre os especialistas, Luiz Ugeda, CEO e fundador da Geocracia Legaltech, traz apontamentos sobre políticas públicas e princípios jurídicos de geoinformação.

Desta forma, pretende contribuir para a disseminação de boas práticas já experimentadas em alguns serviços, ampliando os serviços públicos e os contextos em que tais informações geoespaciais são utilizadas.

Pode proceder à encomenda em editora@ina.pt.

Com informações de INA.

Veja também

Entrevistas e Artigos

Presidente do IBGE defende soberania de dados

Márcio Pochmann assumiu a presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em agosto durante cerimônia em Brasília. Segundo extensa entrevista para a Fundação Perseu Abramo, ele busca modernizar a instituição com um sistema integrado de soberania de dados, considerado um desafio da gestão governamental. Para o presidente do

Geo e Legislação

STF ordena a centralização de dados ambientais no Brasil, contrariando a INDE

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que torna obrigatório o uso do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor) para emissão de Autorizações de Supressão de Vegetação (ASV) marca uma mudança significativa na gestão de dados ambientais no Brasil. A medida rompe com o histórico de