Agro e Ambiental ISSN 3086-0415

Cafeicultura capixaba ganha leitura semestral das áreas plantadas

Espírito Santo testa método para atualizar mapeamento das áreas de café a cada seis meses, melhorando estimativas de safra e assistência técnica.

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O Espírito Santo começou a testar um método capaz de atualizar a cada seis meses o mapeamento das áreas de café. A periodicidade reduz o intervalo de dois a três anos observado nos levantamentos anteriores e pode revelar com maior rapidez mudanças na distribuição da cafeicultura.

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A metodologia combina sensoriamento remoto, amostragem, inteligência artificial e verificação em campo. O projeto busca distinguir lavouras de conilon e arábica, além de separar áreas produtivas, plantios novos e talhões em renovação.

Uma série mais frequente pode melhorar estimativas de safra, planejamento de assistência técnica e leitura da expansão ou retração dos cultivos. A base também é apresentada como apoio à rastreabilidade e ao atendimento de exigências comerciais relacionadas à origem da produção.

O sistema está em sua primeira versão e deverá receber ajustes até o fim de 2027. Portanto, os mapas iniciais não devem ser tratados como uma representação definitiva nem como substitutos automáticos de inspeções em áreas onde a cobertura vegetal ou o relevo dificultem a classificação.

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A iniciativa reúne a Secretaria de Agricultura do Espírito Santo, o Incaper e a Ufes, com financiamento do programa AL-INVEST Verde, da União Europeia. A publicação do Montanhas Capixabas atribui as informações à Seag.

ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

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GCNEWS Publicação editorial da Geocracia — ISSN 3086-0415.

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