Divergências de área e receita elevam risco de fiscalização no ITR

Berta Thiesen, em reportagem publicada pela Rádio Sintonia FM, informa que divergências nos dados declarados estão entre os erros mais frequentes no ITR. O prazo apresentado pela fonte termina em 30 de setembro, e inconsistências podem levar a declaração à malha fiscal e resultar em cobranças ou multas.

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A obrigação alcança pessoas físicas e jurídicas que detenham propriedade, domínio útil ou posse de imóvel rural, ressalvadas as hipóteses de imunidade e isenção. Para 2026, a matéria aponta o uso do sistema web por pessoas jurídicas, independentemente da área, e por pessoas físicas com imóveis de cem hectares ou mais.

Entre os documentos citados estão escritura, CCIR, recibos de declarações anteriores, CAR, identificação do contribuinte e informações sobre receitas e despesas. O Valor da Terra Nua interfere no cálculo do imposto e precisa ser compatível com os parâmetros aplicáveis ao município e com as características informadas do imóvel.

A fonte também lista diferenças entre receitas declaradas, notas fiscais eletrônicas e imposto de renda, além do lançamento de despesas pessoais como custo rural. No componente territorial, erros de medição ou divergências entre ITR, CAR e título de domínio podem fazer o mesmo imóvel aparecer com dimensões ou limites distintos.

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A integração de bases desloca parte da fiscalização para a comparação sistemática de registros fiscais, produtivos e espaciais. Para o produtor, a consequência prática é que a declaração tributária deixa de ser analisada isoladamente: perímetro, uso do solo e movimentação econômica precisam manter coerência documental para reduzir contestações posteriores.

ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

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