Google Earth AI integra Gemini e inaugura nova era de análises geoespaciais inteligentes

O Google anunciou uma atualização estratégica para o Google Earth AI, que passa a contar com a integração do Gemini, seu modelo de inteligência artificial mais avançado. A novidade promete análises mais sofisticadas de imagens de satélite e dados ambientais, permitindo identificar padrões com maior precisão e velocidade. Com isso, o Earth AI ganha um papel reforçado como ferramenta científica, capaz de apoiar pesquisas sobre mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos e até prevenção de desastres naturais.

Receba todas as informações da Geocracia pelo WhatsApp

A primeira fase de testes será realizada nos Estados Unidos e, posteriormente, a integração estará disponível para os usuários das versões Professional e Advanced do Google Earth. Entre os recursos já em funcionamento, está a ampliação do limite de processamento no Google Cloud, que agora cruza dados populacionais, ambientais e meteorológicos em tempo real. Esse avanço deve tornar o Earth AI um instrumento de consulta cada vez mais robusto, voltado a governos, cientistas e empresas que lidam com riscos ambientais e desafios globais.

Outro destaque é o chamado “Raciocínio Geoespacial”, que conecta diferentes camadas de inteligência artificial para correlacionar dados meteorológicos, demográficos e históricos de desastres. Dessa forma, relatórios de vulnerabilidade e estratégias de resposta emergencial poderão ser gerados quase instantaneamente. Embora ainda em fase experimental, a fusão entre Earth AI e Gemini sinaliza o fortalecimento da estratégia do Google em colocar a inteligência artificial no centro da compreensão e gestão do planeta.

ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

Veja também

Infra e Cidades

Mapa de redes subterrâneas de drenagem do Rio está disponível online

A Fundação Rio-Águas criou o aplicativo “Rede de Drenagem” para que qualquer pessoa possa ter acesso aos mapas das galerias pluviais da cidade. Com o apoio do Instituto Pereira Passos (IPP), o mapeamento das redes subterrâneas do Rio tornou-se público pelo Portal Data.Rio. Agora, com um clique em um endereço,