Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte perderam população entre as estimativas de 2025 e 2026 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porto Alegre ficou estável, enquanto as demais capitais registraram variações positivas em intensidades diferentes.
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Salvador apresentou a maior redução proporcional, de 0,17%, e chegou a 2.559.945 habitantes. Natal recuou 0,13%, Belém 0,08% e Belo Horizonte 0,02%. No sentido oposto, Boa Vista teve expansão estimada em 3,2%.
O Brasil alcançou 214,2 milhões de habitantes em 1º de julho de 2026, com crescimento anual de 0,37%, abaixo dos 0,39% do período anterior. As estimativas não equivalem a um novo censo: atualizam a população municipal entre operações censitárias a partir de projeções e registros disponíveis.
A perda em capitais não significa necessariamente redução de toda a região metropolitana. Parte da população pode se deslocar para municípios periféricos, enquanto diferenças de natalidade, mortalidade e migração produzem trajetórias locais distintas que exigem análise conjunta do núcleo urbano e de seu entorno.
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Os números têm efeito sobre planejamento de serviços e também servem de referência para a repartição de fundos de participação. Em cidades que encolhem, redes de saúde, educação, habitação e transporte precisam considerar tanto a redução do total quanto o envelhecimento e a redistribuição interna dos moradores.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

