Agro e Ambiental ISSN 3086-0415

Imasul e UEMS firmam convênio para desenvolver sistema de monitoramento territorial em Mato Grosso do Sul

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O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) firmaram um convênio para desenvolver e implementar um sistema integrado de monitoramento contínuo da cobertura e do uso da terra no estado. A iniciativa, publicada no Diário Oficial, prevê a produção de informações sobre as mudanças na vegetação e nas fitofisionomias, com o objetivo de apoiar políticas públicas de conservação da biodiversidade, planejamento ambiental e manejo sustentável.

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O projeto será executado pela UEMS com recursos descentralizados pelo Imasul e deverá fornecer suporte técnico às áreas de geoprocessamento, monitoramento ambiental, biodiversidade e gestão das unidades de conservação estaduais. A proposta é criar uma base de informações capaz de acompanhar, ao longo do tempo, as transformações territoriais em Mato Grosso do Sul, subsidiando análises espaciais e a tomada de decisões pelos órgãos ambientais.

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A formalização do convênio reforça uma tendência observada em diferentes estados brasileiros de ampliar a capacidade institucional para produzir e utilizar dados geoespaciais próprios. À medida que esses sistemas entram em operação, passam a oferecer uma referência territorial para atividades como fiscalização ambiental, planejamento do uso da terra e acompanhamento das mudanças na cobertura vegetal, fortalecendo a gestão pública baseada em evidências espaciais.

📊 Leitura territorial (Geocracia IA): “Faça um raio X do município de Dourados (MS).” Esse foi o pedido feito pelo geocrata Henrique Valença à Geocracia IA. Em poucos segundos, a plataforma consolidou informações de dezenas de bases oficiais e revelou um panorama territorial detalhado do município. A análise identificou 114 feições de vegetação, 2 Unidades de Conservação, 13 Florestas Públicas e 269 autos de infração ambiental. No aspecto fundiário, localizou 2.948 imóveis rurais no SIGEF, 4.537 imóveis cadastrados no CAR, 4 projetos de assentamento, 3 Terras Indígenas (sendo 2 em estudo) e 1 território quilombola. O sistema também apontou 64 processos minerários ativos, 3 trechos ferroviários, 13 segmentos de rodovias federais, 62 cursos d’água, 538 massas d’água, 1.107 estabelecimentos de saúde, além de 529 setores censitários, 5 favelas e 8 zonas eleitorais, compondo um diagnóstico territorial integrado diretamente sobre o mapa.

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ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.

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