Resíduos das cadeias produtivas catarinenses serão examinados como possíveis fontes de energia em um projeto de R$ 5 milhões. O futuro Atlas de Bioenergia pretende mostrar onde estão os recursos e as demandas capazes de orientar novos investimentos.
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A proposta, aprovada em edital da Fapesc, contará com 37 bolsistas. O SENAI/SC lidera a execução, com participação de universidades, institutos de pesquisa e da Embrapa Suínos e Aves.
O trabalho deverá caracterizar as principais cadeias de resíduos e levantar necessidades regionais, competências tecnológicas e novas aplicações. Empresas, investidores e gestores públicos poderão usar essa combinação para examinar oportunidades conforme o perfil de cada região.
A base ainda será construída. O anúncio não apresenta estimativa de energia gerável nem lista de empreendimentos viáveis. Identificar resíduos e competências pode orientar estudos, mas não demonstra, por si só, o retorno de uma instalação.
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O valor territorial do atlas dependerá de converter informações dispersas em critérios úteis para escolher locais e projetos. As informações foram divulgadas pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, a FIESC.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.


