Os danos do petróleo que chegou ao Nordeste em 2019 serão reunidos em um atlas com lançamento previsto para 4 de novembro. A publicação conecta a contaminação de 201 praias aos ecossistemas e às atividades que sustentam comunidades costeiras.
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O levantamento identificou 838 km² diretamente impactados no recorte observado até 28 de outubro de 2019. São 402 mapas: metade com imagens de satélite e metade com representações temáticas correspondentes.
As praias estão nos nove estados nordestinos. Pesca artesanal, mariscagem, aquicultura e turismo aparecem entre as atividades afetadas; Rio Grande do Norte e Bahia concentram as maiores extensões atingidas nesse levantamento, com 195 km² e 164 km².
Esse recorte não equivale à dimensão definitiva do derramamento. Permanecem incertezas sobre sua origem e sobre quanto petróleo ficou no oceano. A publicação também ainda estava em produção no anúncio do lançamento.
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A base pode orientar prevenção e planejamento costeiro ao aproximar exposição ambiental e vulnerabilidade social. A pesquisa foi coordenada por Luis Henrique Romani e Neison Freire; as informações foram divulgadas pela Fundação Joaquim Nabuco.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.


