Áreas com risco de trabalho análogo à escravidão poderão ser localizadas por imagens de satélite e inteligência artificial. Uma proposta da Polícia Federal prevê observar continuamente cerca de 20% do território brasileiro para orientar a fiscalização de atividades associadas a danos ambientais.
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O projeto integra o Programa Brasil MAIS e foi admitido pelo conselho do Fundo de Defesa de Direitos Difusos. A ideia é identificar áreas prioritárias e fornecer informações para inteligência, investigação e responsabilização.
O recorte combina exploração de trabalhadores e atividades de impacto ambiental. A publicação não identifica os locais a monitorar, impedindo avaliar a distribuição dessa cobertura.
A admissão é apenas uma etapa: não libera recursos. Mérito e orçamento ainda serão analisados antes de nova decisão do colegiado, e o valor solicitado não foi informado. Probabilidade detectada por imagem também não equivale à comprovação de um crime.
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Se financiada, a proposta pode ajudar a direcionar equipes para locais de maior risco; a resposta continuará dependendo da investigação. A reportagem é de Rojane Marta e foi publicada pelo Fatos de Mato Grosso.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.




