As faixas brancas deixadas por aviões serão examinadas para medir um efeito climático pouco considerado na operação aérea brasileira. O projeto CONTRAIL-BR começou a desenvolver indicadores para detectar essas formações no espaço aéreo do país.
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Chamadas de contrails, elas são nuvens artificiais formadas em grandes altitudes. Quando persistem, retêm calor. O trabalho combinará registros meteorológicos, trajetos históricos de voos, imagens de satélite e câmeras que observam o céu inteiro.
O cruzamento deverá estimar a distância percorrida em regiões supersaturadas de gelo e a área efetiva das trilhas. Assim, rotas e condições atmosféricas poderão ser analisadas conjuntamente para relacionar a formação dessas nuvens aos trajetos dos aviões.
A aplicação operacional ainda depende de um estudo de viabilidade. O anúncio não apresenta mudanças de rota já adotadas nem redução de aquecimento alcançada; o objetivo imediato é construir capacidade de medição.
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Se os indicadores se mostrarem utilizáveis, poderão apoiar decisões futuras de navegação aérea. O INPE conduz a pesquisa com o ICCT Brasil e apoio da Fundação Casimiro Montenegro Filho. As informações foram divulgadas pelo INPE.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.


