Um levantamento sobre pessoas surdas e com deficiência auditiva em Criciúma e região ainda tem menos respostas que os cerca de 200 adultos identificados anteriormente. A lacuna pode dificultar dimensionar demandas por acessibilidade, atendimento e oportunidades de trabalho.
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A Associação dos Surdos de Criciúma iniciou a coleta em setembro e a mantém aberta, sem prazo final. O formulário recebe pessoas com qualquer grau de perda auditiva, especialmente aquelas que se identificam com a deficiência.
O público previsto abrange os municípios da Região Carbonífera. Até a publicação, havia respostas de moradores de Criciúma, Içara, Orleans e Braço do Norte. A associação quer conhecer dificuldades na saúde, educação, emprego e acesso a serviços.
A participação insuficiente limita o retrato atual. Entre os problemas relatados pela entidade estão a falta de intérpretes de Libras em atendimentos e as barreiras ao crescimento profissional; nem todas as pessoas surdas, porém, utilizam Libras.
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Ampliar o alcance da coleta pode tornar necessidades locais mais visíveis para orientar serviços. A reportagem é de Ariadne Marcelino e foi publicada pelo Portal Engeplus.
ISSN 3086-0415, edição de Luiz Ugeda.





